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Quando o tamanho e a medida contam muito
Para todos os que trabalham com áudio, a principal questão é: o som está bom? Em seguida, é: e os níveis? Estão certos? Fomos fazer essas e outras medidas com o sistema IE-33 da Ivie Technologies
Medir os níveis de áudio é imprescindível em qualquer aplicação profissional e, sobretudo, algo que hoje em dia começa a ser relativamente comum. Com a proliferação de computadores portáteis, software e hardware específico (e portátil) com boas especificações técnicas, microfones de análise com preços mais acessíveis, a possibilidade de ter os dados medidos em tempo real e de guardar esses mesmos dados. Tudo isso é muito diferente do que acontecia pouco menos de dez anos atrás. Na época, os sistemas de medição em tempo real eram caríssimos, pesados e extremamente difíceis de configurar e entender. Só para ter uma idéia, existiam sistemas de análise que pesavam quase tanto quanto uma mesa de mixagem, e sua confiabilidade (boa para a época) era algo questionável (hoje em dia, pelo menos). Mas, com os computadores portáteis, as unidades conversoras portáteis de ligação USB ou FireWire e a capacidade de processamento que existe hoje em dia, a medição do áudio é algo que a maioria dos técnicos de som começa a equacionar. Inclusive já começa a ser comum ver nos shows ao vivo (mesmo em pequenas apresentaçõe ou demos) sistemas de medição SPL e computadores portáteis com o EASE, ou então sistemas dedicados como o SIM, colocados junto do equipamento restante. Principalmente numa época em que sistemas como line arrays começam a fazer parte da realidade sonora de quase todas as empresas de aluguel de equipamento de áudio, e que, como todos sabem (pelo menos presumimos que sabem), a medição e análise desses sistemas são obrigatórias. Mas, no meio de todas essas vantagens, um problema persiste. Apesar de ser muito melhor do que uns anos atrás, o pacote de computador portátil, unidade ADDA, respectivos cabos de corrente e adaptadores, microfone de análise e respectivo suporte, além do cabeamento necessário, continua a “atravancar” o caminho da simplificação das medidas. No entanto – felizmente existem sempre essas frases –, uma empresa lembrou-se de que se existiam sistemas operacionais, possibilidades de miniaturização e capacidade inventiva e técnica, por que não pegar tudo e fazer uma máquina realmente portátil e capaz? Essa empresa foi a Ivie Technologies, a primeira a surgir com uma solução completa num dispositivo PDA/ Pocket PC.
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